sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Casa Da Viúva Costa - Entrevista Com O Elenco.

A Casa da Viúva Costa - Entrevista Com elenco parte 2

A Casa Da Viúva Costa - Entrevista Com o Elenco Part 3.


A Casa Da Viúva Costa: Na Reta Final...

A Casa Da Viúva Costa: Na Reta Final...: Espetáculo quase entrando em contagem regressiva!! faltam 12 dias, e os diretores estão reforçando tudo oque ensinaram para o elenco, dando ...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

‎"A Casa da Viúva Costa", em breve! Direção: Paulo Santana e Marluce Oliveira. De 1 a 4 de dezembro. Teatro Cláudio Barradas.

domingo, 13 de novembro de 2011

Teatro Arte: Wall PhotosEspetáculos que seguem o estilo de teat...

Teatro Arte: Wall PhotosEspetáculos que seguem o estilo de teat...: Wall Photos Espetáculos que seguem o estilo de teatro de revista ultimamente andam em falta pela terra das mangueiras. Música, dança, humor ...
Espetáculos que seguem o estilo de teatro de revista ultimamente andam em faltapela terra das mangueiras. Música, dança, humor e entretenimento é o que você encontra no espetáculo “A Casa da Viúva Costa”, montagem do 1° ano do Curso Técnico de Formação em Ator da Escola de Teatro e Dança da UFPA (ETDUFPA), com a direção de Paulo Santana e Marluce de Oliveira.
A peça conta a história de Dona Possidônia, uma viúva alegre e vivaz que abriga em sua pensão charmosa uma gama de personagens interessantes. Desde o engraçado e sorrateiro mordomo até um belo e ambíguo estudante de medicina. O espetáculo, no formato de teatro de revista, traz a plateia para perto do palco e faz dela uma grande cúmplice de todas as loucuras que acontecem dentro da pensão da distinta e ambígua Viúva Costa.
O texto, escrito pelos dramaturgos paraenses Antonio Tavernard e Fernando Castro, foi mantido intacto. Nenhum tipo de adaptação foi feita pelos diretores do espetáculo, tornando a obra ainda mais real à época de 30, permitindo que a plateia conheça e se divirta com as expressões nada comuns com a atualidade, causando estranhamento e curiosidade.
Na pOs atores cantam músicas de grandes compositores paraenses como Waldemar Henrique, Cyrillo Silva, Brito Monteiro e Centil Puget. Dessa forma, a peça busca reviver a década de 30 com todo o charme e elegância que a “Paris Tropical” tinha a oferecer na época.
A mais recente encenação de “A Casa da Viúva Costa” foi a 25 anos atrás, justamente em comemoração ao aniversário de 25 anos da Escola de Teatro e Dança da UFPA (ETDUFPA), com a direção de Wlad Lima. Este ano, o espetáculo foi escolhido para fazer parte da celebração dos 50 anos da ETDUFPA, tornando tudo muito mais memorável.
Os alunos do 1° ano do curso de Formação em Ator, juntamente com os diretores Paulo Santana e Marluce Oliveira, convidam você a participar dessa grande homenagem ao teatro.
Serviço:
Espetáculo "A Casa da Viúva Costa", dos alunos do 1° ano do Curso Técnico de Formação em Ator, da ETDUFPA
Dias: de 29 de novembro (terça-feira) a 04 de dezembro (domingo)
Hora: sempre às 20h
Local: Teatro Cláudio Barradas (Jerônimo Pimentel, n° 546. Próximo a D. Romualdo de Seixas)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Inscrições abertas para o III Colóquio InterArtes: Pesquisas em Estudos Culturais na AmazôniaPDFImprimirE-mail
Qui, 10 de Novembro de 2011 13:19

A cultura na Amazônia será o ponto de confluência de professores e alunos de diferentes cursos e universidade públicas e privadas durante o III Colóquio InterArtes promovido pelo Grupo de Estudos Culturais na Amazônia – GECA – do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA.

O evento tem o objetivo de integrar circuitos de pesquisa de diferentes áreas do conhecimento – como artes, antropologia, comunicação, história, museologia, educação, geografia e literatura –, possibilitando a formação de redes de colaboração de pesquisadores dos Estudos Culturais e Pensamento Pós-Colonial na Amazônia Paraense.

A cultura como campo de batalha tecida em ”linhas complexas da resistência e da aceitação, da recusa e da capitulação”, como Stwart Hall a definiu, estará em debate, e a(s) identidade(s) amazônica(s) – ribeirinha, urbana, quilombola, indígena – possivelmente será revista.

A conferência de abertura será proferida pelo Prof. Dr. Wander Melo Miranda, diretor da Editora da UFMG, com o tema “Os estudos culturais e o saber contemporâneo”. Em seguida serão realizadas duas mesas redondas e à tarde acontecerão os seminários temáticos.

Para a Profa. Dra. Bene Martins, que coordena o evento juntamente com o Prof. Dr. Agenor Sarraf Pacheco, “o Colóquio é um espaço para congregar pesquisadores, professores e alunos que vem se debruçando sobre temáticas do mundo Amazônico em diálogos com o campo dos Estudos Culturais e do Pensamento Pós-Colonial. A perspectiva é reunir e conhecer investigações desenvolvidas ou em desenvolvimento, visando futuros intercâmbios e publicações”.

Como uma das ações do Fórum Bienal de Pesquisa em Arte, em sua terceira edição o Colóquio Interartes aceitará comunicações orais que serão publicadas nos anais do evento. Um desenvolvimento que demonstra o amadurecimento do ICA e do PPGArtes-UFPA, abrindo portas para mais discussões/diálogos e divulgação científica do que é produzido em nosso estado.

As inscrições, gratuitas, estão abertas e devem ser realizados através do e-mail geca.ufpa@gmail.com – basta enviar o nome completo, e os que desejarem apresentar seus trabalhos devem enviar seus resumos até o dia 15/11. Mais informações no blog do GECA: estudosculturais.blogspot.com .

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
PRÓ-REITORIA DE RELAÇÕES NACIONAIS E INTERNACIONA IS
EDITAL PROINTER 06/2011
Seleção para o Programa EUBRANEX PLUS (ERASMUS MUNDUS)
para Estudantes de Graduação UFPA
A Pró-Reitoria de Relações Internacionais, no uso de suas atribuições legais,
torna público o PROCESSO DE SELEÇÃO para o Programa EUBRANEX
PLUS (ERASMUS MUNDUS), conforme o disposto abaixo.
1. DO PROGRAMA EUBRANEX PLUS
O Programa EUBRANEX (European-Brazilian Network for Academic Exchange)
é coordenado pela Universidade Técnica de Munique (Technische Universität
München - TUM), cuja rede reúne instituições de ensino superior de excelência
na Europa e no Brasil. O programa EUBRANEX PLUS envolve recursos
restantes do projeto EM-ECW EUBRANEX e, desta forma, ainda é sustentado
na janela EM ECW EUBRANEX e pelo Acordo Multilateral para Intercâmbio
Acadêmico entre as universidades que originalmente participam do programa
EUBRANEX.
O candidato poderá se inscrever para qualquer das seguintes universidades
participantes do programa, dependendo da área de estudo:
Universidade Técnica de Munique (Alemanha)
Technische Universität München (http://portal.mytum.de/welcome/)
Escola Central de Paris (França)
École Centrale de Paris (http://www.ecp.fr/)
Escola Central de Nantes (França)
École Centrale de Nantes (http://www.ec-nantes.fr/)
Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo KTH (Suécia)
KTH Royal Institute of Technology (http://www.kth.se/)
Universidade de Tecnologia de Wroclaw (Polônia)
Wroclaw University of Technology (http://www.pwr.wroc.pl/index.dhtml)
Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica)
Université Libre de Bruxelles (http://www.ulb.ac.be/)
Universidade de Sevilha (Espanha)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Graduação - Filosofia do Teatro

A televisão possibilitou que mais e outras pessoas tivessem a oportunidade maior de ter acesso a outros tipos de artes. Quando uma novela acaba, ela simplesmente acaba. Porém, uma peça de teatro pode ser vista várias e outras vezes, porém, a peça apresentada hoje, nunca será a mesma que foi apresentada ontem.

Idealismo filosófico: a ideia prevalece sobre a realidade. Exemplo: ballet clássico. Ou seja, o corpo não possui limites físicos para poder fazer algo. O bailarino está disposto a sofrer pela sua arte.

Do Brecht para cá é o contrário: a realidade prevalece sobre a ideia. Ou seja, o corpo do ator ou do bailarino já não sofre tanto. A arte do ator ou do bailarino será moldada de acordo com os limites do seu corpo.

A arte (em geral) possui um milhão de possibilidades, mas o autor precisa saber como fazer, como mostrar seu trabalho.

Kseniya Simonova - Sand Animation


Universalidade da obra de arte: uma obra de arte pode emocionar o mundo inteiro, sem que o mundo inteiro tenha que viver o que uma obra de arte está relatando.

Assim como a dança, o teatro é uma arte que constrói e destrói ao mesmo tempo. Cada gesto, depende do outro (para que um ator/dançarino parta para um próximo gesto, ele precisa primeiro construir - e depois destruir - esse primeiro gesto). Porém, o teatro (que em alguns casos) possui texto, uma peça tem a possibilidade de durar para sempre.

Tentar sempre ir mais profundo quando se está elaborando uma peça ou estudando um personagem.

Há certas coisas que você conhece só pelo sentimento e não pelo que ela realmente é.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Curso Técnico - Dramaturgia I

O texto, hoje, é apenas um elemento, assim como a música, o cenário, as artes plásticas; ou seja, faz a diferença, mas não é o mais importante, hoje. Antigamente, o texto era o elemento mais importante e era seguido à risca. Hoje, o texto já não é levado tão à risca podendo sofrer cortes ou até mesmo não existir.

O texto ganha mais força quando é representado.

O texto é o texto. Não há pré-encenação já inscrita no texto dramático, mesmo se o texto possa ser lido imaginando situações dramáticas na quais se desenrola a ação.

Você pode pegar qualquer peça e transformá-la numa comédia. Porém, você precisa saber os limites que essa "façanha" possui e conseguir passar a mensagem que a peça original tenta transmitir.

Alguns autores afirmam que o texto é secundário. O corpo fala por si só. E o texto pode surgir da improvisação.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Graduação - Modos de ver

Cada experiência de um olhar é um limite.

É preciso tentar existir através de si mesmo. Sem usar a palavra e a visão do outro.

Nós estamos efetivamente a repetir a ação das pessoas aprisionadas na "Caverna de Platão". Para José Saramago, este seria o mundo que vivemos hoje.

Manoel de Barros: "o que eu vejo não vem de fora, vem da minha imaginação, vem de dentro".

A visão da realidade depende de cada um de nós em momentos diferentes da nossa vida.

Se eu não me conheço, não conseguirei conhecer o outro. Sendo assim, se eu não consigo enxergar o meu íntimo - como realmente sou - eu não conseguirei enxergar o outro e conhecer o íntimo dele.

Às vezes, ver um pouco de menos pode te ajudar a ver mais.

A visão de mundo é construída também pelo imaginário coletivo e local. E nenhum imaginário é mais rico ou mais pobre que o outro.

Todos veem, mas poucos enxergam.

sábado, 27 de agosto de 2011

Graduação - Cenografia

Cenografia não pode ser confundida com decoração. Cenografia é um elemento de espetáculo (teatral, cinematográfico, etc) e decoração é sinônimo de arquitetura de interiores. A cenografia é efêmera e a arquitetura de interiores tem uma durabilidade maior.

A cenografia, o figurino, a luz e, de certa forma, o ator, são elementos visuais do espetáculo. A cenografia pode ser considerada uma composição em um espaço tridimensional - o lugar teatral. Utilizando-se de elementos básicos. Sendo uma composição, tem peso, tensões, equilíbrio ou desequilíbrio, movimento e contrastes.

Cenografia é ilusão, é imitação da realidade, é faz-de-conta, calcada numa sadia improvisação, na busca da materiais inusitados e num processo em que o lúdico e o artesanal têm grande peso.

Cenografia é uma arte, técnica e ciência de projetar e executar a instalação de cenários para espetáculos. Alguns autores confundem com um segmento da arquitetura. Entretanto, a arquitetura cênica ou arquitetura cenográfica ocupa-se mais especificamente da geração dos cenários arquitetônicos internos ou externos.

O preço do trabalho de um cenógrafo é incerto. Pois depende do resultado do seu trabalho para definir quanto deverá receber.

Cada espetáculo - teatro, cinema, ópera, balé, etc - é diferente, tem proposta e objetivos diferentes, possui uma linguagem específica.

A verdadeira cenografia é determinada pela presença do ator e de seu traje; a personagem que se movimenta na áreas que lhe são atribuídas constantemente.

Cenógrafo:

Pode atuar em montagens teatrais, montagem de exposições, oficina, arquitetura teatral. A formação do cenógrafo é variada. Ele pode vir das artes plásticas, da arquitetura ou pode até mesmo ser ator.

Iluminação:

A função iluminante intensifica os sinais pré-existentes nas, coisas, nos corpos, nas figuras. Estes quatro papeis da iluminação cênica - visibilidade, dimensão, seletividade e atmosfera, interferem nas condições de percepção dos elementos ou distanciá-los do espectador


A função seletiva da luz conduz o olhar do espectador somente para aquilo que deve ser visto, mergulhando o restante no escuro.

Os figurinistas, cenógrafos, maquiadores e iluminadores devem trabalhar juntos, pois eles podem melhorar ou piorar determinada cena.

  • Em cenografia nada pode ser gratuito;
  • Em cenografia nunca se contente com a primeira ideia;
  • Seja simples, porém, não simplista;
  • Procure a síntese;
  • O piso do palco também é cenografia.
Idade antiga:

O movimento dos atores trágicos, eram necessariamente lentos e seus gestos amplos. Devido a dimensão dos teatros, os atores eram escolhidos pela potência de sua vozes. Os bons atores eram tão procurados que logo começaram exigir salários e, quando o talento dramatúrgico se tornara escasso, a interpretação assumiu importância maior que o próprio drama.

A construção do teatro grego, totalmente aberto ao ar livre, assim como dos templos religiosos e estádios esportivos, aproveitava a encosta de colinas para que se garantisse o efeito acústico.

Alguns teatros cabiam cinco mil e quinhentas pessoas (delos) e outros, quatorze mil (epidauros).

No teatro grego empregavam-se vários maquinismos, encarregados de criar os "efeitos especiais".

Teatro Romano:

Apesar de ter sido totalmente baseado nos moldes gregos, o teatro romano criou sua próprias invocações, com a pantomima, em que apenas um ator representava todos os papeis, com a utilização de máscara para cada personagem interpretado, sendo o ator acompanhado por músicos e por coro.

Os romanos não encravavam os teatros na montanha como faziam os gregos. Formaram o teatro de Arena.

Os romanos inventaram o pande de boca.

Links:

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Graduação - Antropologia do Teatro

Curso Técnico

Dramaturgia I

-A continuidade linear da ação:
  • Elementos para imaginar como a ação prossegue quando a personagem não está em cena;
  • Ligação de presença;
  • Ligação de procura;
  • Ligação de ruído;
  • Ligação de tempo;
-A descontinuidade afirmada:
  • A ação salta de um lugar a outro;
  • Autonomia das partes;
  • Fragmento;
-Espaço e Tempo:
  • Modos diferentes de perceber o mundo;
  • Abstração;
  • Signo da estética do texto;
-Espaço:
  • O fora de cena;
  • Um dado interior das personagens;
  • O espaço metafórico;
  • Rede de sentido que não dizem respeito necessariamente ao espaço cênico;
  • Espaço cênico (área da atuação): lugar específico da teatralidade concreta;
  • Espaço dramático (da ficção): espelho das indicações textuais e de uma imagem codificada;
-Tempo:
  • Análise: concretude e poética do espaço/espaços reais e metafóricos;
  • Uma indicação precisa pode ocultar muitas outras;
  • Concepção do país depende da época e das mitologias coletivas ou pessoais.

Graduação - Aula do dia 24/08/11

Filosofia do teatro

Descobrir como a filosofia brota na artes (em nosso caso, no teatro).

Cada um possui a sua maneira de expressar o seu pensamento da realidade.
  1. Um filósofo expressa no raciocínio;
  2. Um dançarino, numa coreografia;
  3. Um teatrólogo, numa peça teatral (fala, sensibilidade, ação).
Não é só o filósofo que filosofa. E você não precisa expressar seus pensamentos filosóficos só com palavras. Você também pode se expressar através da dança, música, teatro, religião, etc.

Santo Agostinho também foi filósofo. Ele dizia que existe o presente do passado, o presente do presente e o presente do futuro.

Na filosofia escrita, o mais importante é a reflexão/o raciocínio expresso; na filosofia mostrada/teatral a preocupação maior é o estético, depois com a reflexão que será causada no expectador.

Os dois modos são esclarecedores, porém, depende daquele que lê ou assistes.

Brecht e o teatro moderno fazem parte da filosofia dialética, ou seja, acredita que tudo é capaz de mudar de acordo com a realidade/social, que cria ideias novas.

As marcações/rubricas não são capazes de prender um ator, pois ele pode muito bem fazer uma cena marcada e ser um grande espetáculo, assim como fazer uma cena sem marcação e ter a mesma repercussão.

Você é livre para colocar a ideia que quiser, desde que justifique.

O teatro não é só drama. Ele também é filosofia, música, dança, pintura, etc.

Um devaneio surge de elementos de lugar(es) que você habita.

Um artista é um "fazedor de mundos", mas esse mundos são feitos a partir do mundo dele.

O pré-conceito impede que você veja o mundo através da pessoa que sofre o pré-conceito.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Curso técnico

Dramaturgia

O teatro de Brecht:
  • Ação dramática;
  • Narra, servindo-se da ação;
  • Ato e potência - movimento;
  • Conflito interior objetivado, conflito do personagem com o mundo;
  • Emoção e divertimento.
Por mais que Brecht vá contra as regras aristotélicas, suas obras possuem emoção, drama. Ele torna o personagem mais "humano", não querendo que o espectador identifique-se com o personagem, mas sim que o espectador pense ou indague sobre aquilo.

Brecht acreditava no teatro divertido e didático; concordava com Karl Marx quando este afirmava sobre a possibilidade de transformação da sociedade; aproveita-se das histórias passadas da peça para narrar de modo sutil; achava que o teatro servia para despertar, mas não abria mão da emoção em cena. Por tudo isso, pode-se dizer que o teatro brechtiano é um teatro épico.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Curso Técnico

Hoje a aula de Dramaturgia começou com a leitura do texto "Ação Dramática e Conflito"

Os trechos que agora se seguem, são trechos ou comentários pessoais anotados no momento da aula:

Aristóteles dizia que a tragédia deveria durar apenas um dia.

A tragédia é base para o estudo da dramaturgia, pois parte da poética imita ações humanas.

O né nem sempre tem haver com a oposição de personagens.

O resultado deveria ser a intenção do homem sendo executada a partir da sua vontade.

A ação nasce a partir da vontade do homem de ver o seu resultado.

Se o personagem está sozinho no palco, não significa que ele está narrando. Ele pode muito bem está falando sozinho.

O conflito como princípio da ação moral. É algo que vai mover o personagem para agir.

A literatura dramática só interessa à Dramaturgia quando possui ação dramática opondo-se a uma outra ação dramática, gerando assim, o conflito.

Cada ação, gera uma reação até que se chegue no desenlace.

A concentração de todos os elementos do drama na colisão é que constitui o nó da obra.

Aristóteles dizia que o centro da tragédia está na imitação da ação e não na imitação dos caracteres, acrescentando e enfatizando, no entanto, o que se refere ao conflito, e buscando esclarecer a natureza da ação dramática.

O poeta dramático representa-se como se estivesse ocorrendo na atualidade, enquanto o poeta épico descreve uma ação passada completa.

Na dramática rigorosa é preciso ter ação no diálogo. Provocar uma ação que não precisa ser instantânea, mas que cause uma ação.

Se houve movimento, houve ação. Se tudo isso estava carregado de subjetividade (de sentimentos, paixões, opiniões, vontades) houve ação dramática.

Brunetière afirma que há quatro vontades de herois dramáticos:
  • Vontade da personagem X obstáculo intransponível (tragédia);
  • Obstáculo intransponível X enfrentamento do obstáculo (trama);
  • Vontades opostas X obstáculo (comédia);
  • Ironia da sorte X meios e fins (farsa).
Uma ação dramática não significa que tenha que haver "movimento". Só pelo fato de uma personagem estar sentada não significa que não tenha conflito. Nem sempre ação significa "movimento".

Não basta o personagem ter uma vontade e agir nessa vontade, a personagem deve ser consciente do que faz.

Segundo Henry A. Jones, uma peça seria: "uma sucessão de suspenses e crises, ou uma sucessão de conflitos iminentes e conflitos deflagrados, caminhando numa série de clímax ascendentes e acelerados desde o começo até o fim de um esquema organizado."

A ação por si só não basta, se não for recheada de emoção. O que o homem faz deve mostrar o que ele é, o que ele sente. A ação física, por si, não é dramática. Passa a sê-lo quando se conhecem as razões da ação, e elas nos emocionam.

Baker acrescenta que não só a atividade mental pode ser dramática, mas até a inatividade total, se ela expressa um contraste com alguma coisa a ser desejada pelo público, que foi preso pela emoção. E dá o exemplo do velho inválido numa casa em chamas.

A inatividade pode, é claro, ser ação dramática, da mesma forma como uma omissão de socorro pode ser um crime. Se uma criancinha está morrendo de sede e uma megera permanece imóvel, sem lhe dar água, num melodrama qualquer, é claro que isso é melodramático, uma vez que a megera está fazendo alguma coisa (está matando a criancinha, por omissão de ação).

Um conflito sem vontade consciente, totalmente subjetivo ou totalmente objetivo, não é peculiar ao ser humano, nem social, portanto.

Numa simples ação, é possível dar inúmeras características a uma personagem.

Deve-se distinguir ação de atividade (movimento em geral). A ação é uma espécie de atividade, uma forma de movimento, mas a efetividade da ação não depende do que se faz e sim do sentido com que se faz.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Curso Técnico - Aula do dia 12 de agosto de 2011

Na aula de sexta-feira, a turma do primeiro ano do curso técnico em ator, teve a sua primeira aula de Máscara e Corpo, ministrada pelos professores Karine Jansen e Aníbal Pacha.

Nesta matéria, aprenderemos a como tirar moldes de uma máscara e como manejá-las em uma apresentação teatral.

Nos foi apresentado também, as máscaras em vários tipos de apresentações: no teatro oriental, no teatro ocidental e nas manifestações populares.

  • Teatro Ocidental:
  1. No teatro ocidental, as máscaras são altamente representativas, não possuindo um caráter religioso como o teatro oriental. Tanto que no teatro ocidental, existem as meia-máscaras que ajudam e melhoram na representação de uma personagem.
  • Teatro Oriental:
  1. Já no teatro oriental, a representação é mais de cunho religioso. Não possui meia-máscara e o furo dos olhos é muito pequeno, pois eles acreditam que quando você enxerga pouco, ou não enxerga, uso de uma máscara, o contato com os deuses e a concentração são maiores.
No mesmo dia, os alunos já tiveram acesso ao texto "A Casa da Viúva Costa" e a corrida contra o tempo começou a definitivo.