sexta-feira, 20 de maio de 2011

Estação reúne nova geração da MP Paraense

  • Lia Sophia (quartas) 04, 11, 18 e 25

  • Suzana Flag (quintas) 05, 12, 19, 26

  • Arthur Nogueira (sextas) 06, 13, 20, 27

  • Juliana Sinimbu (sábados) 07, 14, 21, 28.

Data: toda quarta-feira de maio na Estação das Docas
Horário: 16h - Entrada franca

Cine SESC Boulevard apresenta “O Círculo do Medo”, de J. Lee Thompson
Data: 18 e 25 de maio - Horário: 19h
Local: Centro Cultural SESC Boulevard, na Boulevard Castilho França, n°522/523
Informações: (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard) - Entrada franca

Nos dias 24 e 31, das 14h às 18h, a seção Audiovisual da Arthur Vianna recebe o Cine Otaku Norte. Entrada franca.

Estação reúne nova geração da MP Paraense

  • Lia Sophia (quartas) 04, 11, 18 e 25

  • Suzana Flag (quintas) 05, 12, 19, 26

  • Arthur Nogueira (sextas) 06, 13, 20, 27

  • Juliana Sinimbu (sábados) 07, 14, 21, 28.

Data: toda quarta-feira de maio na Estação das Docas
Horário: 16h - Entrada franca

Cine SESC Boulevard apresenta “O Círculo do Medo”, de J. Lee Thompson
Data: 18 e 25 de maio - Horário: 19h
Local: Centro Cultural SESC Boulevard, na Boulevard Castilho França, n°522/523
Informações: (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard) - Entrada franca

Nos dias 24 e 31, das 14h às 18h, a seção Audiovisual da Arthur Vianna recebe o Cine Otaku Norte. Entrada franca.

Paes Loureiro inaugura sua fase de prosa ficcional com uma narrativa sobre a alegoria dos espelhos que recobrem as paredes do Café Central


Na quinta-feira 26 de maio, às 19 horas, no Polo Joalheiro São José Liberto, acontecerá o lançamento do primeiro romance do poeta e professor João de Jesus Paes Loureiro: “Café Central – o tempo submerso nos espelhos”.

O Café Central é um espaço simbólico deflagrador de alegorias na realidade narrativa. Sendo lugar de poetas, escritores, pintores, teatrólogos, professores, estudantes, jornalistas, boêmios e visitantes, tornou-se um espaço de livre circulação das ideias antes e depois da deflagração da ditadura militar, a partir do que sua resistência foi sendo enfraquecida.

A obra consiste em uma narrativa da impossibilidade do homem, do ser, ficar fora do tempo e suas circunstâncias. Mesmo que tente se refugiar em alguma forma de exílio, ou no mito, ou no passado, o presente produz suas armadilhas e as circunstâncias suas situações de realidade. Nem sempre se pode fugir aos efeitos do real com que o destino tenta contrapor-se ao imaginário.

Não é, portanto, a história do Café Central, mas a alegoria dos espelhos que recobriam as paredes com seu imaginário cristalizado que justifica o subtítulo: “O tempo submerso nos espelhos”. É um ponto de partida e chegada, pois o romance apresenta vários outros espaços dramáticos ficcionalizados além do Café Central: a Pensão da Naty na zona da prostituição, a região das Ilhas em Abaetetuba, a prisão do Cenimar da Marinha no Rio de Janeiro, e, finalmente, o retorno ao Café Central.

“É a concretização de um sonho antigo. E este não será único. É minha fase de prosa ficcional que a poesia espia debruçada em minha alma” afirma Paes Loureiro ao traduzir o significado deste romance para sua carreira.


Sobre o autor

João de Jesus Paes Loureiro é poeta, prosador e ensaísta. Professor de Estética e Arte, doutorou-se em Sociologia da Cultura na Sorbonne, em Paris, com a tese Cultura amazônica: uma poética do imaginário. Sua obra poética tem sua universalidade construída a partir de signos do mundo amazônico – cultura, história, imaginário – propiciando uma cosmovisão e particular leitura do mundo contemporâneo. Dialogando com as principais fontes e correntes literárias da atualidade, Paes Loureiro realiza uma obra original, quase uma suma poética de compreensão sensível do mundo por meio das fontes amazônicas, em que o mito se revela como metáfora do real.

Sua obra Altar em chamas, publicada pela Civilização Brasileira, obteve, em 1984, o prêmio nacional de poesia da APCA. Com o livro de poemas Romance das três flautas, edição bilíngue português/alemão, da Roswitha Kempf Editora, em 1987, foi um dos finalistas do Prêmio Jabuti deste ano. Tem obras traduzidas na França, Alemanha, Itália, Japão e publicação, também, em Portugal. Suas obras mais recentes são: Pássaros da terra (teatro), 1999; Obras reunidas (4 volumes), 2000; Do coração e suas amarras (2001); Fragmento/Movimento, 2003 e Água da Fonte, 2006, todos pela Escrituras Editora; e Au-delà du méandre de ce fleuve, 2002, Acte-Sud, França.

A parte ensaística da obra de Paes Loureiro está constituída pela preferência relativa aos temas e reflexões de caráter transversal, seja no âmbito da cultura, mas, também, da estética, semiótica, do imaginário, da poética. Seu ponto de partida, de um modo geral, é a realidade cultural da Amazônia. Porém, assim como sua poesia, o local é o ponto vélico da convergência de reflexões que impulsionam as velas de sua reflexão no rumo do universal. Sua leitura da Amazônia é considerada original e significativa para a compreensão desse mundo e do mundo em que vivemos. “Café Central – o tempo submerso nos espelhos” é seu primeiro romance.

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Lançamento do livro “Café Central – O tempo submerso nos espelhos”

Data: 26 de maio, quinta-feira.
Horário:
19h
Local: Polo Joalheiro São José Liberto.
Endereço: Praça Amazonas S/N.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

DCE realiza seminários para apresentação de propostas culturais e de gestão


Qui, 19 de Maio de 2011 13:45

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza, nos próximos dias, dois seminários no Campus Universitário de Belém. O primeiro deles é o Seminário de Cultura, o qual será realizado nos dias 19 e 20, no Auditório do Ateliê de Artes. Em seguida, no dia 21, acontece o Seminário de Gestão no espaço recreativo do Vadião.

O Seminário de Cultura, que abre o ciclo de debates, tem por objetivo promover discussões referentes à produção artístico-cultural da UFPA. “Procuraremos debater a pauta cultural da Universidade. Neste sentido, a intenção é propor a expansão dessa agenda, contemplando, na medida do possível, as várias formas de manifestação artística, como a música, a literatura, as artes plásticas, o cinema, o teatro e a dança”, diz o diretor de Cultura do DCE, Jorge Martins.

Público-Alvo – A coordenação do DCE espera, para o Seminário dos dias 19 e 20, a participação de representantes dos Centros Acadêmicos (CA) e de coletivos de cultura da UFPA, da capital e do interior. Na abertura, o público terá a presença do professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade, Ernani Chaves. Além disso, Jorge Martins ressalta que qualquer discente ou servidor do Campus poderá se fazer presente – já que o evento é aberto a todos e emitirá certificado com carga horária de extensão –, inclusive fazendo intervenção, apontando problemas e apresentando pospostas, no que tange à agenda artística da UFPA.

Ainda dentro da programação, na tarde do dia 20, haverá um espaço especial de discussão sobre o Vadião, localizado no Campus Básico da Universidade, onde são realizados os tradicionais forrós, todas as quintas e sextas-feiras. Nesta reunião, de acordo com Jorge Martins, será debatido, entre outras questões, a segurança das festas. Por isso estará presente o diretor de Segurança da UFPA, Paulo Sette Câmara, para quem serão apontadas demandas e propostas para a melhoria da segurança no espaço, em dias de forró.

Seminário de Gestão – Após a discussão da pauta cultural, será realizado o Seminário de Gestão. Neste espaço, o DCE pretende promover um amplo debate com os presentes (o mesmo público-alvo do Seminário de Cultura, excetuando o professor Ernani Chaves), a fim de serem apresentadas propostas de melhorias dos serviços oferecidos na Universidade aos estudantes.

De acordo com o estudante da Faculdade de Línguas Estrangeiras Modernas (FALEM) e coordenador geral do DCE, Rafael Saldanha, essas propostas estão diretamente relacionadas ao cotidiano dos universitários, tanto os do Campus de Belém, como os do interior, o que influencia no desempenho acadêmico deles. “No Seminário de Gestão, vamos traçar planos e metas para atender às demandas dos universitários. Entre elas, a luta histórica dos discentes pela expansão da moradia estudantil. Outra solicitação comum a ser bastante discutida é a quantidade de Restaurantes Universitários, os quais, inclusive, existem apenas na capital, deixando os alunos dos campi da UFPA sem esse serviço”, afirma Rafael Saldanha.

Outra reivindicação antiga dos estudantes a ser destacada no Seminário, segundo o coordenador geral do DCE, é a necessidade da construção de creches universitárias sentida pelas discentes que são mães. Muitas dessas alunas, de acordo com Rafael Saldanha, não têm com quem deixar os seus filhos e precisam, automaticamente, trazê-los para a Universidade; porém, conforme ressalta o estudante da FALEM, essas mães sentem muita dificuldade para assistir às aulas e, concomitantemente, cuidar dos filhos.

Todas as discussões e os debates realizados tanto no Seminário de Cultura, como no Seminário de Gestão, bem como as propostas apresentadas neles “serão sistematizados pelo DCE e levados ao Conselho de Entidades de Base, instância de deliberação dos Centros Acadêmicos, para aprovação. O produto final dos seminários terá publicação especial para ser apresentada à comunidade e servirá de base para a atuação do DCE em 2011”, finaliza Rafael Saldanha.

Texto: Paulo Henrique Gadelha – Assessoria de Comunicação da UFPA

Fonte: Portal UFPA

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Seminário aborda dramaturgia amazônida




A dramaturgia surgiu na Grécia antiga como a arte de produzir textos para atuação em cena. Vários textos da antiguidade, originalmente dramatúrgicos, tornaram-se clássicos da literatura ocidental e até referências para a psicologia. É o caso de Édipo rei, tragédia escrita por Sófocles em 427 a.C e que foi largamente estudada pela psicanálise. Com o tempo, o texto dramatúrgico deixou de ser exclusivo do teatro e se tornou presente no cinema, no rádio, na televisão e em todas as artes cênicas.

Atualmente, o estudo das dramaturgias também se configura como um importante campo de pesquisa nas Artes Cênicas, tanto no estudo da sua

Stergmann começou a escrever com apenas história, como nas suas dinâmicas contemporâneas. Na região amazônica, em especial, existe uma vasta produção de material dramatúrgico ainda pouco estudado.

É no sentido de movimentar a pesquisa na área que o projeto Memórias da Dramaturgia Amazônida: Construção de acervo damatúrgico, coordenado pela professora doutora Bene Martins, realiza o II Seminário de Dramaturgia Amazônica. “O evento tem o objetivo de promover encontro de dramaturgos amazônidas, de divulgar suas produções e também de oportunizar aos estudantes e profissionais das artes cênicas momentos de trocas de experiências sobre o escrever ou adaptar textos literários para a cena.”, informa a professora.

Homenagem

No I Seminário, que aconteceu em maio de 2010, o dramaturgo paraense Nazareno Tourinho foi o convidado especial do evento. Nessa edição, a homenagem é para Ramon Stergmann, que já teve mais de 18 trabalhos premiados, entre eles, a conhecida obra Ver de Ver-o-Pêso.

13 anos, trabalhando inicialmente com poemas e contos. Durante a adolescência, teve contato com as artes cênicas por meio do Teatro Operário do Sesi, na época dirigido por Cláudio Barradas. Ao longo da sua vida, Ramon, além de dramaturgo, já atuou como poeta, artista plástico, acadêmico entre outras atividades artísticas e jornalísticas.

O evento, que acontece de 16 a 18 de maio, ainda conta com a presença de palestrantes do Amazonas e de São Paulo. As inscrições para o seminário acontecem na Secretaria Acadêmica da Escola de Teatro e Dança da UFPA, no período de 12 de abril a 10 de maio.

Essa edição do Seminário recebeu o apoio da Pró-reitoria de Extensão da UFPA (PROEX), do Teatro Universitário Cláudio Barradas, da Escola de Teatro e Dança, do Programa de Apoio a Eventos no País (PAEP-CAPES), do Instituto de Ciências da Arte (ICA) e da Fox Vídeo, além da equipe organizadora do Seminário.

Serviço

II Seminário de Dramaturgia Amazônica

Período: 16 a 18 de maio de 2011